Sábado, 23.10.10

Novo Bolo de Chocolate!

 

Depois que os filhos voam do ninho os domingos nem sempre são aquele dia feliz, em que a casa se transforma em Lar, com cheiros de comidas saborosas e lambarices, das que fazem mal, mas sabem tão bem, com trabalho sim, mas com alegria e risos, com confusão e tagarelice, que sei eu...

Os domingos, sem eles, são mais softs...ligeiros...com cinema ou um livro...nem sempre tristes, mas mais solitários...

Mas...àmanhã tenho filhos e netos!

Então, já está em preparação "aquele" almoço...que nos vai manter sentados à mesa por tempos esquecidos, e, desta vez, com uma surpresa para os netos...

Fiz hoje, pela 2ª.vez um novo Bolo de Chocolate!

Foi uma querida Amiga que me ensinou esta modernice e eu já me rendi! Sobretudo porque é fácil e as crianças Adoram! E um dia...não são dias!

Então, experimentem!

 

- 200 gr.de mel

- 200 gr.de manteiga

- 5 colheres sopa de chocolate em pó

- 375 gr.de arroz tufado (rice krispies)

 

Levar o mel a ferver em lume brando. Juntar a manteiga até derreter. De seguida, juntar o chocolate em pó. Desligar o fogão e envolver o arroz tufado, completamente.

Á parte, ter a forma de bolo, com buraco, apenas passada com água. Escorrer...não limpar.

Colocar a massa do bolo e calcar com a colher para ficar consistente.

Deixar arrefecer para consolidar. Só depois de bem frio (pode ir ao frigorífico), se desenforma.

Truque:talvez precise da ajuda de uma faca, passando-a a toda a volta e até, para descolar melhor, passar a forma por cima de lume brando.

Não é nada complicado e é delicioso...

publicado por Belisa Vaio às 15:19 link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
Terça-feira, 22.06.10

VERÃO...SARDINHAS E FUTEBOL

https://farm4.static.flickr.com/3111/2473002261_ecd3bac995.jpg

 

 

 

http://www.abola.pt/img/fotos/seleccao/cristianoronaldogolo2.jpg

 

O Verão chegou ontem...e eu...para o prestigiar e na esperança de iniciar a época balnear,  fui instalar-me neste hotel simpático, frente ao mar. na Figueira da Foz...

Mas...embora a temperatura fosse convidativa o vento foi muito forte e resolvi ficar-me por um banho de sol, junto á piscina...

 

Hoje, 2ª.feira, resolvi convidar a Mena e o Vitor para almoçar...sardinhas assadas...

Eu bem queria provar a mim mesma que era capaz de acender um grelhador...mas que desastre! Meia volta e o carvão a cair no terraço de vizinha de baixo! Depois, ligar o secador de cabelo para activar as brasas, cinzas pelo ar...enfim, apesar da empreitada, consegui e com uma batatinhas a murro, uma bela salada de alface e tomate, broa e vinho verde...foi um almoço de estalo!

 

Depois e para coroar...aquele jogo!

7 - 0 não foi muito porque foi merecido, mas até ficámos com pena dos coreanos...

E este lindíssimo golo de Ronaldo..que menino habilidoso...primeiro brincou e colocou a bola assim...no pescoço, depois deixou-a descair pelo ombro direito até ao pé e foi só mandá-la para a baliza. Assim chegámos ao sétimo!

 

Há pouco, vi na TV uma reportagem,  lá para os lados de Israel, em que  um menino beduíno, a viver no deserto,  dizia que Ronaldo não joga a bola...ele dança com a bola! Como uma criança, amante de futebol e da arte de o jogar, tem esta sensibilidade!.

publicado por Belisa Vaio às 00:23 link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
Domingo, 23.05.10

FAVAS...

http://www.gardenersanonymous.com/the_gardeners_anonymous_b/images/2007/05/02/favas_in_bowl.jpg

 

 

O mês de Maio está prestes a chegar ao fim e as favas também...ou seja, como diz o ditado popular, Maio as trás...Maio as leva...

A minha mais nova amiga Bete, dizia-me há dias que não conhecia muito bem este alimento, a não ser através da expressão "Vai à Fava"...que é como quem diz..."não me aborreças...etc...etc..."

Pois bem, eu conheço-as desde criança, sobretudo de as ver crescer na horta da minha avó, de as descascar e de as comer...mas, só hoje resolvi saber mais a respeito das ditas...

E basicamente que...são leguminosas oriundas do Perú e muiiiiito nutritivas, é claro.

Para mim, as melhores, são as que se cozinham em minha casa ou seja, o cheiro, o paladar, a côr, o tempero, enfim, tudo o que a memória guarda e me leva de retorno às minhas origens, funciona como que um ideal, um marco, uma bitola e... a partir daí...é isso...são as melhores...

E então...como são cozinhadas?

Muito simples...

Depois de se apresentarem como na imagem, mas sem aquele apêndice...que se tira com a unha...para ficarem mais bonitas...cozem em água e sal. Convém que sejam tenrinhas, claro...

À parte, e numa frigideira larga, colocam-se rodelas de bom chouriço de carne e tirinhas de toucinho de porco. Se o toucinho for "gordinho" não precisa de levar outra gordura. Fritam-se bem estas duas carnes e juntam-se as favas escorridas da água, claro. Temperam-se com folhas verdes de alhos (que se colhem em Junho...), partidas em bocados largos. Abafam-se um pouco para ganharem aquele paladar especial e depois saboreiam-se, mas é melhor não abusar muito, porque é um prato que apesar de "peitoral", é também  pesadote...

Então não é recomendável?...Eu tenho um segredo...No fim do repasto...que tal um licorzinho?   Experimentem...

sinto-me:
música: ...aquela do nosso José Cid...
publicado por Belisa Vaio às 18:07 link do post | comentar | ver comentários (3) | favorito
Terça-feira, 11.05.10

O Bolo da minha infância...

https://farm4.static.flickr.com/3491/3244102098_593333d506.jpg

 

A minha avó materna era, como eu, capricorniana!!

Organizada, mandôooona (!), com muitas qualidades e algumas outras atitudes que eu, mesmo criança questionava muitas vezes, mas tinha um dedo para a cozinha, que era uma maravilha!

Lembro com saudade os almoços de família...Eles, os filhos e nós, uns poucos de netos...

E naquele tempo - anos 60 . a cozinha portuguesa de uma família abastada, mas com raízes rurais, era, sem dúvida, muito saudável e de substância, porque se abastecia na horta e na capoeira da casa e portanto, com muita qualidade e muita fartura!

Ainda sinto o paladar inconfundível do leite de cabra e dos queijos, do tipo Rabaçal que a avó fazia, do galo tostado no forno com batatinhas, ou com arroz pardo, do cabrito assado servido com grelos e arroz de miúdos, enfim e para coroar o repasto "aquele" Bolo Podre que só ela fazia e de que ninguém conhecia a receita!

Era sempre um bolo enorme, feito numa forma sem buraco. Talvez por ser medido meio a "olho", como ela dizia - não pesava os ingredientes...além de grande e luzidio, nascia-lhe sempre, de um dos lados, uma enorme "batata"  que fazia o delírio e disputa dos netos para ver quem comia aquela massa mais fofa,,,

Bem...os anos foram passando, eu tornei-me uma mulherzinha e achava que aquela receita não se podia perder...

Com jeito para não a ferir, lá ia dizendo que ma desse, para a lembrarmos um dia, sempre que saboreássemos o bolo...e ela já cá não estivesse...

Não foi fácil porque de todos os ingredientes, a quantidade era sempre..."mais ou menos".

Consegui chegar com ela a um consenso e enfim, faço uma aproximação ao original...

Aqui fica meia-receita do dito...que chega cá para casa...

 

Colocar numa taça 500 gr.de açúcar.

Abrir uma cova e juntar 125 gr. de margarina derretida em banho-maria, raspa de 1 limão, 1 colher de sobremesa de canela em pó e 1 colherinha de café de bicarbonato de sódio.

Juntar 4 ovos inteiros. Bater esta mistura muito bem.

De seguida  ir juntando 500 gr.de farinha de trigo alternadamente com uma chávena de leite. Fica uma massa grossa.

Por fim juntar passas de uva, sem grainha e nozes partidas.

É o tipo de bolo que aqui podemos chamar de "farta rapazes"...

publicado por Belisa Vaio às 21:57 link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito

mais sobre mim

pesquisar

 

Dezembro 2012

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

últ. comentários

mais comentados

links

blogs SAPO


Universidade de Aveiro